quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

lord furions dragões bicefalos


Dragões Bicéfalos


Os dragões bicéfalos são criaturas muito
raras, que podem surgir do cruzamento entre
duas espécies diferentes de dragões (mas isso
não acontece sempre). São criaturas
amedrontadoras, que combinam as características
de ambas as espécies. Possuem duas
cabeças, cada uma representando uma espécie
de dragão. O corpo costuma ser listrado, com
as cores destas duas espécies que ele represenBtaic.
éfalos sempre terão as Características
mais altas de cada uma das espécies que o
gerou (isso inclui Focus) e terão todas as
habilidades, Vantagens e Desvantagens das
duas espécies. Uma vez que possuem duas
cabeças podem usar a arma-de-Sopro duas
vezes (cada cabeça é considerada um dragão
de cada tipo). Por ser apenas uma criatura eles
tem apenas um Código de Honra e uma Arena.
Até onde se sabe, existem bicéfalos apenas
de dragões elementais. Aparentemente os
dragões orientais não geram bicéfalos. No
entanto, essa teoria ainda não foi comprovada.
Devido à proximidade dos dragões metálicos e
dragões verdes, talvez a ocorrência de bicéfalos
entre eles seja mais provável.

lord furions tipos de dragões

Tipos de Dragões

Os dragões costumam se dividir em três
diferentes tipos principais: dragões elementais
(brancos, negros, verdes, marinhos, azuis e
vermelhos), dragões metálicos (cobre, bronze,
prata, ouro e latão) e dragões de Tamu-ra (que representam terra, ar, fogo, água e vácuo).
Além destes, no entanto, existem outras
espécies que não se enquadram nestes grupos
devido a alguma característica. Em Arton o
único catalogado é o terrível dragão-do-deserto
(do qual poucas informações são precisas), mas
não há como ter certeza da existência de outras
espécies.

lord furions a historia de megalokk


HISTORIA
Há 230 milhões de anos atrás, Tarso – Rei dos Dragões Negros na época – resolveu ter um filho, um herdeiro que pudesse sucedê-lo. Para isso, conquistou a mais forte dentre as fêmeas de dragão negro conhecida, seu nome era Eliinwyluwyther. Porém, após botar o ovo, ela se arrependeu pois temia ter de enfrentar futuramente dois adversários poderosos e não conseguir se tornar a nova rainha dos dragões negros e, antes que seu filho nascesse, enfrentou Tarso para poder destruí-lo e ao ovo.

A batalha foi épica, mas Tarso a venceu e acabou matando-a. Com pesar fora obrigado a se refugiar pois estava bastante ferido e consigo carregava o ovo envolto na pele que arrancara da própria mãe de seu filho. Estando repousando, fora encontrado por uma guerreira chamada Mangra – que era de uma espécie primitiva próxima às dragoas caçadoras de Galrasia porém de tamanho enorme – que parecia venerá-lo.

A princípio, ele parecia relutante, mas logo aceitou ser tratado por ela, afinal precisava curar suas feridas e proteger seu filhote. O povo de Mangra o idolatrava como a um deus e ele, talvez por retribuição, instinto paterno, ou o que quer que fosse, preferiu acolher e ajudar aquele povo que o auxiliara. Quando Myastanaklon nasceu fora tratado como um príncipe. Cresceu conhecendo o que seu pai representava e, sendo sempre bem orientado por Tarso, também o admirava tanto ou mais que aquele povo, tanto que veio a se tornar seu paladino.

Alguns milênios depois, Tarso se empenhou em criar um estranho ritual que faria com que ele jamais deixasse esse mundo se não o quisesse. Seu corpo pareceria morto mas realmente não o estaria. Chamou Myastanaklon para auxiliá-lo e também aprender o estranho ritual que seria conhecido como Transformação em Dracolich. Myastanaklon não entendia porque seu pai estava fazendo aquilo pois parecia mórbido demais, mas como muito o admirava, simplesmente obedeceu e ajudou-o a completar o ritual assim como buscou aprender todos os detalhes sobre ele.

Outros milênios se passaram e se tornaram milhões de anos, Tarso se cansara daquela vida de lutas intermináveis e decidiu se enclausurar numa tumba para poder ressurgir depois numa época melhor. Myastanaklon não entendia aquilo, mas respeitava seu pai e ele mesmo cuidou para que o ritual desse certo, mesmo que Tarso não precisasse àquela altura de qualquer ajuda. Antes que seu pai partisse, Myastanaklon prometeu zelar por aquele povo que o adorava como se ele ali estivesse presente.

Mas Myastanaklon, que fora criado de um jeito que só lutava por necessidade, sem ter carregado dentro de si a centelha maligna que impregna sua raça, também já não suportava mais aquela vida de batalhas com certeza aumentada pois a ausência de Tarso foi sentida e muitos eram aqueles que iam à procura da aldeia com a intenção de exterminar o herdeiro e conseguir a fama e o poder que viriam em seguida.

Myastanaklon então tomou as melhores medidas para garantir a segurança e a auto-suficiência daquele povo. Começou a evoluí-los através de magia ou mesmo de cópulas, criando assim inúmeros meio-dragões, aprimorando a inteligência dos anteriormente bárbaros e ensinando-lhes magias poderosas que seriam eficazes contra os inimigos. Isso associado ao cada vez mais crescente número de criaturas que passavam a existir, garantiria que o plano de Myastanaklon tivesse sucesso total.

Enfim, há 180 milhões de anos atrás, Myastanaklon resolveu seguir os passos do pai e também construiu uma tumba ao lado da dele e criou um efeito mágico que faria com que ele despertasse simultaneamente a Tarso quando ocorresse. Auxiliado pelo auto-clérigo Kurnoc, que agora era um semi-dragão (pela alcunha utilizada na época após o aprimoramento promovido por Myastanaklon), o ritual fora bem sucedido. Para garantir que a tribo sempre pudesse se sobressair em sua missão, foi confiado a Kurnoc um artefato criado por Myastanaklon, um bastão que conferia ao seu portador o mesmo que 10 níveis de clérigo com todos os benefícios pertinentes deste aprimoramento e então ele partiu.

Não se sabe porque, mas Myastanaklon, apesar de ter conseguido ressurgir na mesma época que Tarso, não o fez imediatamente, surgindo (antony, aí o tempo é com você) depois dele. E parece que, neste tempo em que esteve enclausurado, não conseguiu que sua evolução em dracolich avançasse e agora Myastanaklon tem de encontrar seu pai para que possa voltar a ter o auge de seu poder.
Aparência

Como todo dragão negro, Myastanaklon possui dois chifres que saem de sua fronte e se projetam em direção ao focinho formando um desenho que lembraria dois arcos. De sua cabeça óssea brota uma crista cuja membrana possui várias falhas devido à sua atual condição de desmorto. Seu crânio mostra-se quase inteiramente descarnado e em suas órbitas parecem brilhar duas esferas vermelhas cujas chamas parecem ser o único indício de vida naquele corpo.

Aliás, seu corpo enfraquecido adquiriu um formato peculiar que lembra muito uma criatura humanóide com parentesco entre os dragões conhecida como Dragontino. Mesmo sendo um corpo putrefato ele ainda emite a exuberância de um ser como aquele, embora esteja completamente enfaixado. Além das faixas, algumas vestes refinadas parecidas com os antigos faraós do Deserto da Perdição são usadas por Myastanaklon e não parecem tão velhas quanto deveria, tendo sido preservadas por magia obviamente.

Outros detalhes que realçam sua aparência é o uso de certas jóias que parecem nobres e de cores variadas e de refinada lapidação. Em contraste a isso, suas asas que deveriam estar abertas se encontram atrofiadas e enfaixadas como se inúteis, reflexo do poder exaurido de Myastanaklon, assim como o fato de que apresenta uma cauda bem menor do que deveria.

lord furions o que são dragões

DRAGÔES

Dragões. Seres reptilianos medindo quilômetros de
altura. Em todos os cenários de RPG eles são tidos como
inimigos formidáveis. As bestas mais ameaçadoras do mundo
conhecido. E em Arton não é diferente.
Cridos pelo Deus dos Monstros, estas criaturas
ameaçadoras perderam parte de seu território, mas
continuam a ser temidas em todos os cantos do mundo. Não
apenas por seu tamanho e sua força física, mas também pela
força arcana: em Arton, TODOS os dragões são capazes de
utilizar Magia.
O já famoso
os seis dragões elementais viventes em Arton: dragões azuis,
vermelhos, negros, brancos, verdes e marinhos. Mas estes
não são os únicos. Além dos cinco dragões tamuranianos
(que representam os elementos da cultura tamuraniana),
existem também os terríveis dragões metálicos (ouro, prata,
bronze, cobre e latão), além de vários espécimes
independentes, que não se encaixam em nenhuma das
categorias e muitas outras desconhecidas.O
aventureiros desinformados que pensam em enfrentar estas terríveis bestas místicas, e para os Mestres darem mais cor e diversidade a este que é, certamente, o mais famoso monstro
da fantasia medieval. É importante salientar que este é um Guia extra-oficial. Embora as regras estejam compatíveis com
publicações. Este guia modifica um pouco as regras de dragões
apresentadas no
mais poderosos. E agora prestem muita atenção nas informações.
Qualquer descuido com estes monstros pode resultar em
desastre..

domingo, 26 de dezembro de 2010

lord furions dragões verdes

DRAGÕES VERDES

Os dragões verdes são criaturas beligerantes, mestres da intriga, da política e da maledicência. Preferem as florestas, quanto mais antiga a floresta e maiores as árvores, melhor. Os dragões verdes são tão territoriais e agressivos quanto todas as demais espécies de dragões malignos, mas sua agressão muitas vezes toma a forma de esquemas elaborados para obter poder ou riqueza com o mínimo esforço possível.

Eles buscam cavernas em penhascos íngremes ou flancos de colinas para fazer seus covis. Preferem locais onde a entrada da toca estará escondida de olhos curiosos, como atrás de uma cachoeira ou perto de um lago, uma lagoa ou rio que possibilite uma entrada submersa. Os dragões verdes mais velhos frequentemente ocultam suas tocas com plantas que fizeram crescer magicamente. Às vezes se desentendem com os negros a respeito das tocas de sua preferência. Muitas vezes, o verde finge recuar, espera algumas décadas e volta para invadir o covil do dragão negro e saquear seu tesouro.

Os dragões verdes que habitam os calabouços preferem locais com algum tipo de vida vegetal, como grutas repletas de cogumelos gigantes.

IDENTIFICADORES DOS DRAGÕES VERDES

As características notáveis do dragão verde incluem uma linha do maxilar muito curvada e uma crista que começa perto dos olhos e prossegue descendo pela maior parte da espinha do dragão. A crista alcança a maior altura logo atrás do crânio.

O dragão verde não tem orelhas externas, apenas aberturas auditivas e placas coriáceas que descem pelos lados do pescoço, cada uma delas orlada de pequenos chifres. O dragão também tem pequenos chifres na testa e no queixo. As narinas ficam no alto do focinho, e os dentes se projetam quando a boca está fechada. O dragão tem uma língua comprida, estreita e bifurcada.

Um odor pungente de cloro emerge dos dragões verdes.

As escamas de um filhote são finas e muito pequenas, e têm um tom profundo de verde que parece quase negro. À medida que o dragão envelhece, as escamas crescem e se tornam mais claras, assumindo tons de verde floresta, esmeralda e oliva, que o ajudam a se confundir com os arredores arborizados.

As pernas e o pescoço do dragão verde são proporcionalmente mais longos em relação ao resto do corpo do que em qualquer outro dragão cromático ou metálico. Quando está de pé nas quatro patas, o corpo fica bastante afastado do solo, permitindo-lhe passar sobre arbustos ou escombros da floresta que estão no chão. Muitas vezes o pescoço é mais comprido que o resto do corpo do dragão (excluindo a cauda), e os dragões mais velhos conseguem espiar sobre as copas de árvores crescidas sem se empinar.

O pescoço comprido do dragão verde lhe confere um perfil característico, semelhante ao de um cisne, quando está voando. A cabeça parece não ter marcas quando vista de baixo.

As asas têm um desenho salpicado, mais escuro perto dos bordos de ataque e mais claro em direção aos bordos de fuga. O polegar alar é curto, e as falanges alares têm todas o mesmo comprimento, dando um aspecto arredondado às pontas das asas. O bordo de fuga da membrana da asa une-se ao corpo bem diante das pernas traseiras.

HÁBITOS

O dragão verde patrulha regularmente, tanto voando como no solo, para ter uma boa visão por cima e por baixo da cobertura florestal. Essas patrulhas servem a dois propósitos. Primeiro, o dragão permanece alerta para vítimas. Apesar de se saber que os dragões verdes comem praticamente qualquer coisa quando têm fome, incluindo arbustos e pequenas árvores, eles apreciam especialmente elfos e fadas.

Segundo, os dragões verdes gostam de perceber qualquer coisa nova que aconteça em seus domínios. Têm uma avidez por poder que rivaliza com seu desejo de colecionar tesouros. Há poucas coisas que um dragão verde não tente para favorecer suas ambições. Seu meio predileto de obter influência sobre os demais é sua intimidação, porém tenta manipulações mais sutis quando lida com outros dragões ou criaturas de poder semelhante. Os dragões verdes são mentirosos perfeitos, e mestres da duplicidade de sentido e da evasão verbal. Apenas falar com um dragão verde já pode levar uma criatura à ruína.

Quando lidam com a maioria das outras criaturas, os dragões verdes são melífluos, lisos e sofisticados. Entre sua própria espécie são barulhentos, grosseiros e rudes em geral, em especial quando tratam com dragões da mesma idade e do mesmo status. Os dragões jovens são obrigados a se controlar quando interagem com os mais velhos, mas o verniz de civilidade que adotam é da espessura do papel, e os dragões sabem disso. Uma clara hierarquia social, baseada na idade e no status, mas sem formalização, desenvolve-se entre os dragões verdes de uma dada área. Os dragões verdes conhecem uns aos outros bem demais para se fiarem em qualquer estrutura social formal.

O namoro entre os dragões verdes é um assunto grosseiro e indelicado. Uma vez que decidam acasalar, no entanto, surge à tona sua natureza leal, e uma forte ligação desenvolve-se entre eles. Os pais são extremamente cuidadosos ao equiparem seus filhotes com todas as perícias necessárias à manipulação e à duplicidade eficazes. Um casal raramente abandona sua primeira ninhada de filhotes, mas poderá produzir outras que se defenderão sozinhas enquanto a primeira ninhada cresce. Uma vez que a primeira ninhada chega à idade adulta, os pais enxotam os filhotes e trilham caminhos separados. Se tiverem aproximadamente a mesma idade, dividem entre si seu território compartilhado. Tais acordos normalmente duram pelo menos algumas décadas antes que o ex-casal procure meios de invadir a área um do outro. Do contrário, o pai mais jovem vai embora ao mesmo tempo em que os filhotes.

Os dragões verdes não são exigentes a respeito do tesouro que coletam. Qualquer coisa valiosa serve. Entre itens de valor semelhante, no entanto, o dragão verde prefere aquele que lhe recorda um triunfo particularmente notável.

Os dragões verdes freqüentemente atacam com pouca ou nenhuma provocação, em especial quando lidam com criaturas que invadem seu território. Tais criaturas não dão muitas oportunidades para mentiras ou outras manipulações de longo prazo, portanto o dragão simplesmente as ataca. A vitória nesses combates muitas vezes rende um tesouro ao dragão, e ajuda a demonstrar o poderio do dragão aos vizinhos e súditos. Geralmente, o dragão ataca suas vítimas à espreita, estudando-as de longe e planejando seu ataque. Pode perseguir as vítimas em segredo durante dias antes de atacar. Se o alvo parecer fraco, o dragão rapidamente anuncia sua presença - ele gosta de evocar o terror. Um dragão verde raramente mata todos os seus oponentes, preferindo tentar estabalecer controle sobre um dos sobreviventes pelo uso da intimidação ou de encantamentos mágicos. Depois interroga o prisioneiro para saber o que se passa na região e se há tesouros por perto. Os dragões verdes constumam libertar esses prisioneiros, se puderem obter o pagamento de um resgate. Do contrário, o prisioneiro precisa provar diariamente que tem valor para o dragão, ou morrerá.

sopro: Dragões Verdes possuem apenas um tipo de sopro. Um cone de gáz corrosivo (acido).

Combate: Os Dragões verdes deflagram combates sem qualquer tipo de provocação e enfrentam criaturas de qualquer tamanho. Caso o alvo pareça intrigante ou um adversário formidável, o dragão espreitará a criatura até achar o melhor momento para atacar e a melhor tática a aplicar. Caso o alvo pareça fraco, o dragão fará sua precensa ser notada imediatamente_ eles se divertem provocando terror em suas vítimas. Algumas vezes o dragão decide controlar uma criatura humanóide por meio de intimidação e da magia de sugestão.
Os dragões verdes gostam muito de interrogar os aventureiros para aprender mais sobre suas sociedades e habilidades, os acontecimentos nas regiões vizinhas e a existencia de tesouros nas proximidades.

lord furions dragões negros

DRAGÕES NEGROS

Os dragões negros estão entre os dragões verdadeiros de pior temperamento que existem. Preferem pântanos ou charcos lúgubres, quanto mais estagnados e fétidos melhor, mas podem ser encontrados em qualquer lugar onde estão juntos água e vegetação densa - incluindo selvas, florestas tropicais e charnecas. Não têm inimigos naturais, apesar de atacarem e matarem quase qualquer coisa infeliz o bastante para cruzar seu caminho. Com freqüência, os dragões negros que vivem em áreas florestais combatem os dragões verdes, mas as duas espécies normalmente conseguem manter uma trégua incerta enquanto os dragões negros se limitam às áreas alagadas.

Os dragões negros constroem seus covis em grandes cavernas úmidas ou em cavernas submersas de muitas câmaras. Sempre habitam as proximidades da água, e suas tocas costumam ter uma entrada submersa e outra terrestre. Os dragões negros mais velhos escondem ambas as entradas das suas tocas com "ampliar plantas".

Os dragões negros que habitam os calabouços preferem localidades escuras e alagadas.

IDENTIFICADORES DOS DRAGÕES NEGROS

Um dragão negro tem olhos de órbitas fundas e aberturas nasais largas, que fazem sua cara se parecer com uma caveira. Tem chifres segmentados que se curvam para a frente e para baixo, um pouco similar aos dos carneiros, porém menos enrolados. Esses chifres têm cor de osso perto da base, mas nas pontas vão ficando totalmente negros. Conforme o dragão envelhece, a carne em torno dos chifres e dos malares se deteriora como se fosse corroído por ácido, deixando apenas finas camadas de pele cobrindo o crânio. Esse fenômeno não prejudica o dragão, mas incrementa sua aparência esquelética.

A maior parte dos dentes do dragão negro projeta-se quando a boca se fecha, e grandes pontas guarnecem o maxilar inferior. Um par de pequenos chifres nasce no queixo, e uma fileira de chifres menores coroa a cabeça. A língua é chata, de ponta bifurcada, e o dragão muitas vezes baba muco ácido.

Um dragão negro cheira a vegetação podre e água turva, com um fundo ácido.

Um dragão negro sobrevoando um observador é caracterizado por um perfil particular. Seus chifres, com a característica curvatura para diante, são claramente visíveis. As membranas das asas são marcadas com listras e bolhas, e os bordos de ataque das asas têm franjas ou curvas perto das pontas. O dragão negro também tem polegares alares excepcionalmente longos. Os bordos de fuga das membranas alares juntam-se ao corpo diante das pernas traseiras.

Ao nascer, as escamas do dragão negro são finas, pequenas e lustrosas. À medida que o dragão envelhece, tornam-se maiores, mais espessas e mais foscas, ajudando sua camuflagem em pântanos e charcos.

HÁBITOS

Os dragões negros se alimentam primariamente de peixes, moluscos e outras criaturas aquáticas. Também caçam carne vermelha, mas gostam de "curti-la", deixando-a deitada por dias em poças, dentro ou perto de suas tocas, antes de comê-la. A carne podre faz com que a área fique ainda mais imunda - exatamente do jeito que o dragão gosta.

Os dragões negros apreciam especialmente moedas. Os mais velhos e astutos às vezes capturam e interrogam humanóides sobre estoques de moedas de ouro, prata e platina, antes de matá-los. Outros saem para os rios e lagos próximos, onde ameaçam o tráfego de barcos e exigem que as embarcações passantes lhe paguem tributo.

Em coerência com sua reputação de ferocidade, os dragões negros normalmente lutam pelos companheiros. As fêmeas são as que mais lutam, voando por toda parte para localizar um macho desejável e depois impressionando-o com uma vitória sobre uma rival. Os ovos normalmente são postos perto da toca do macho, e este fica vigiando os filhotes. Os dragões negros são pais protetores, mas dão pouco apoio aos filhotes além de um conselho ocasional. Eventualmente, um pai manda os filhotes deixarem a área antes que o dragão mais velho decida devorá-los.

Apesar de serem capazes de respirar debaixo d'água, os dragões negros nadam pouco; em vez disso, chafurdam nos baixios, apreciando a sensação da lama ou simplesmente esperando pelas vítimas. Os dragões negros preferem armar emboscadas para seus alvos, usando os arredores como cobertura. Quando combatem em pântanos e charcos com muita vegetação, tentam ficar na água ou no solo; as árvores e suas folhagens limitam a capacidade de manobra aérea dos dragões. Quando é sobrepujado, um dragão negro tenta fugir para fora das vistas, para não deixar pegadas, e se refugia na água mais profunda que consegue encontrar.

Sopro: Os Dragões Negros possuem apenas um tipo de sopro. Uma rajada ácida.

Combate: Dragões Negros costumam emboscar suas vitimas usando seu habitat como cobertura. Quando lutam em pantanos ou charcos com vegetação muito cerrada, eles costumam ficar em terra ou na água, evitando alçar voo; as copas da árvores limitam a sua capacidade de manobra. Quando estiver em desvantegem o Dragão Negro voará para longe, evitando deixar rastros e se escondendo em lagos ou em fundo de brejos.

lord furions dragões azuis

DRAGÕES AZUIS

Os dragões azuis são vaidosos e territoriais. Gostam de áreas quentes e áridas. Preferem desertos de areia, mas podem ser encontrados em estepes secas e em terrenos erodidos e quentes. Um dragão azul vigia seu território contra todos os competidores em potencial, incluindo outros monstros como esfinges, dragonados e especialmente os dragões de latão. Os dragões azuis detestam os últimos pelos seus modos frívolos, sua tendência Caótica e sua propensão a fugir do combate.

Os dragões azuis preferem fazer covis em vastas cavernas subterrâneas - quanto mais grandiosa a caverna melhor. Frequentemente escolhem tocas no sopé de penhascos onde se acumulou a areia trazida pelo vento. O dragão escava através da areia para alcançar as cavernas que ficam por baixo. A maioria dos dragões azuis não se preocupa em manter livre de areia a entrada de sua toca; simplesmente escavam para entrar ou sair. Muitos deliberadamente enterram as entradas de seus covis antes de se deitarem para dormir ou quando saem para patrulhar o território.

Os dragões azuis que moram em calabouços preferem áreas bastante quentes e secas com pisos de areia ou terra.

IDENTIFICADORES DOS DRAGÕES AZUIS

O dragão azul é notável pelas orelhas extraordinariamente providas de rufos e pelo único chifre maciço no topo da cabeça curta e rombuda. O chifre projeta-se para a frente desde uma base que ocupa a maior parte do topo da cabeça, e normalmente tem duas pontas. A ponta primária é levemente curva e se estende bem para a frente, tendo uma ponta secundária menor por trás. Fileiras de chifres menores ladeiam as cristas das sobrancelhas do dragão, para trás das narinas (que ficam próximas às órbitas dos olhos) e ao longo de todo o comprimento da cabeça.

O dragão azul tem um focinho curto com um maxilar inferior encurtado. Tem sob o queixo um grupo de escamas laminares, e chifres menores nas faces. A maior parte dos dentes do dragão ressalta para fora quando a boca está fechada.

As escamas do dragão azul variam de cor, desde um azul-celeste iridescente até um índigo profundo, e são polidas até ficarem lustrosas pelas areias que sopram no deserto. O tamanho das escamas aumenta pouco à medida que o dragão envelhece, apesar de se tornarem mais espessas e duras. A pele tende a zumbir e crepitar levemente com a eletricidade estática acumulada. Estes efeitos se intensificam quando o dragão está zangado ou prestes a atacar, desprendendo um odor de ozôno e areia.

Um dragão azul sobrevoando um observador pode ser facilmente distinguido de um dragão de latão pelas asas semelhantes às de um morcego, que têm polegares alares curtos e um desenho sarapintado ou mosqueado. As falanges alares (os ossos, semelhantes a dedos, que sustentam a asa têm juntas nodosas, e as falanges são todas do mesmo comprimento, dando às asas um aspecto arredondado. O bordo de fuga da membrana alar junta-se ao corpo bem à frente das pernas traseiras.

O dragão tem um pescoço curto e espesso. A cabeça não apresenta muitos sinais característicos quando vista por baixo, mas as orelhas são visíveis. A cauda do dragão é espessa e chata.

HÁBITOS

A cor vibrante do dragão auzl torna-o fácil de distinguir em um ambiente árido de deserto, especialmente quando está no solo. Quando deseja ficar menos evidente, o dragão azul enterra-se na areia de forma que somente o topo da cabeça esteja exposto. Esse truque deixa o chifre maciço do dragão projetando-se da superfície, mas de longe o chifre tende a se parecer com uma rocha denteada.

Os dragões azuis gostam de planar no ar quente do deserto, normalmente voando de dia quando as temperaturas são mais altas. Alguns têm a cor muito parecida com o céu do deserto, e pode ser difícil vê-los de baixo.

Apesar de colecionarem qualquer coisa que pareça valiosa, os dragões azuis apreciam mais as gemas - em especial as safiras azuis. Consideram o azul como um tom nobre e a mais bela cor.

Os dragões azuis são carnívoros dedicados. Às vezes comem cobras, lagartos e mesmo plantas do deserto para saciarem sua grande fome, mas preferem acima de tudo animais de rebanho como camelos. Quando têm a oportunidade, fartam-se dessas criaturas, que cozinham com o sopro de raio. Esse hábito alimentar faz dos dragões azuis uma ameaça real às caravanas que atravessam o deserto. Os dragões consideram as caravanas como amontoados convenientes de comida e tesouro, tudo disponível na mesma viagem.

Os dragões azuis têm um sentido de ordem altamente desenvolvido (com eles próprios no topo, pelo menos localmente). O dragão azul mais velho da área age como chefe supremo de todos os dragões azuis menores que vivem nas redondezas.Esse suserano recebe homenagem de seus súditos e decide todas as disputas, em especial as que envolvem companheiros ou limites territoriais. Apesar de qualquer dragão azul da área poder desafiar o suserano pelo direito de governar, isso raramente acontece. Um dragão azul que não esteja contente com o suserano normalmente se muda para outra área - uma que tenha um suserano que lhe agrade mais, ou que náo tenha suserano nenhum.

Os dragões azuis observam rituais elaborados de namoro e acasalamento, envolvendo troca de alimentos e tesouros, o consentimento do suserano e anúncios aos demais dragões azuis. Os dragões mais velhos de ambos os sexos podem ter companheiros múltiplos, mas a infidelidade é rara. Os dragões azuis normalmente são pais atentos e eficazes, e não costumam abandonar ovos.

Quase sempre, os dragões azuis atacam pelo ar ou se enterram na areia até que os oponentes cheguem a 30 metros de distância. Os mais velhos usam suas habilidades especiais, como *terreno ilusório*, em conjunto com essas táticas, para camuflarem a paisagem e aumentarem suas chances de surpreender a vítima. Quando espreitam vítimas inteligentes, muitas vezes usam ventriloquia e mimetismo para confundir e dividir os grupos antes de se aproximarem para matar. Um dragão azul foge da luta apenas se estiver seriamente ferido, pois todo os dragões azuis consideram a fuga como covardia.

Sopro: O Dragão Azul possui apenas um tipo de sopro. Uma linha de Eletricidade.

Combate: Em geral Dragões Azuis atacam apartir dos céus ou se enterram nas areias do deserto até que os inimigo se aproximem a 30m ou menos. Os Dragões Azuis mais antigos utilizam sua habilidades como Terreno Ilusório, em conjunto com essa tática que esconde o terreno a sua volta aumentando assim a sua chance de vitoria. Os Dragões Azuis só recuam em uma batalha quando estão extremamente feridos, pois consideram bater em retirada um ato de extrema covardia.